Joinvilense Mario Cezar de Aguiar é reconduzido à presidência da Fiesc

Empresário do setor imobiliário, o joinvilense Mario Cezar de Aguiar permanecerá na presidência da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) até 2024. Eleito pela primeira vez em 2018, ele foi reconduzido ao segundo mandato no dia 25 junho. A solenidade de posse ocorreu na quinta-feira (12).

“Santa Catarina tem potencial para, em poucos anos, se tornar o estado mais industrializado do Brasil. Este é o objetivo da gestão que começa agora”, disse Mario Cezar de Aguiar em seu discurso. Durante a posse, foi anunciado que serão aplicados R$ 510 milhões na indústria de SC, com recursos próprios da Fiesc e apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com prioridade à educação.

Presidente da CNI, Robson Braga de Andrade disse que o fortalecimento do setor industrial é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. “A indústria tem um papel estratégico na geração de emprego, renda, paga os melhores salários e é decisiva para a expansão dos demais segmentos. Em Santa Catarina, a indústria tem uma participação de quase 27% no PIB do estado. É um dos mais altos do país”, afirmou.

Em seu discurso, o governador Carlos Moisés destacou as adversidades trazidas pela pandemia, mas salientou que foi um período de muita união. “Venho aqui reafirmar a vontade do governo de manter o diálogo para que nossas escolhas sejam sempre mais acertadas e melhores para os catarinenses”, declarou, chamando a atenção para a importância de investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Ele disse ainda que há um esforço para investir nas rodovias federais pela importância delas como corredores logísticos, a exemplo das BRs 470, 280, 163, 282 e 285. “Essas obras precisam acontecer. Estamos dispostos a investir recursos nestas rodovias”, ressaltou, informando que no dia 17 de agosto o assunto vai ser tratado em reunião no Ministério da Infraestrutura. Ele também defendeu o modal ferroviário a partir do oeste catarinense e disse que o governo está estudando o assunto. Além disso, Moisés reconheceu que há uma crise hídrica, e que é preciso destravar investimentos, especialmente na área de geração de energia.

Edição: Felipe Silveira
Foto e informações: Fiesc