Academia filarmônica de Joinville ganha nova marca e mira expansão

“Musicarium – Academia Filarmônica Brasileira” é o novo nome do Coree Music Institute, entidade que visa transformar Joinville em um polo musical e de formação musical, com o desenvolvimento de orquestras infantojuvenil, filarmônica e profissional. A mudança de nome é parte do processo de consolidação e expansão do projeto. Musicarium é uma palavra em latim que significa “local onde se faz música”.

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Além da nova marca, a academia ganhará em breve um novo espaço físico, em que será desenvolvida a continuidade dos projetos das orquestras. O Musicarium continuará tendo o Coree Excellence Center como mantenedor, mas, de acordo com o presidente do Conselho de Administração da academia, Ernesto Heinzelmann, torna-se uma associação independente.

“O Musicarium Academia Filarmônica Brasileira é agora uma associação independente do Coree Excellence Center, no sentido de criar uma identidade própria para o fim que nós estamos nos propondo, que é ensinar música, formar orquestras, construir uma academia e lá na frente, um Concert Hall”, explica.

Quando ficar pronta, a sede própria da academia contará com uma Sala de Concertos compacta, com cerca de 500 lugares, e acessibilidade para grandes concertos. “A previsão é de inaugurar em 2025 este espaço, que vai garantir ainda mais qualidade na formação de cidadãos melhores que irão compor as nossas orquestras”, diz Sérgio Ogawa, diretor presidente do Musicarium e maestro.

Todo o projeto arquitetônico conta com a parceria da Nagata Acoustics.”A nova estrutura proposta tem dois objetivos: acústica de altíssima qualidade e bem-estar, com pleno desenvolvimento do aluno. Essas ações, consequentemente, reverberam para o público”, explica Sérgio.

Hoje, cerca de 200 alunos compõem o quadro discente da instituição e todos são bolsistas. Com a academia de música, será possível aumentar esse número para 500 alunos, além de contar com salas acusticamente adequadas para cada tipo de disciplina e instrumento musical de orquestra.

Segundo a entidade, a formação destas novas gerações de músicos é possível com o apoio de patrocinadores, doadores empresariais e da sociedade civil. “Atualmente, mais de 80% dos nossos alunos vêm da rede pública de ensino. Garantimos a acessibilidade artística e pedagógica, com a oportunidade, por intermédio de um processo seletivo anual, de crianças e jovens de todo o Brasil poderem se inscrever”, ressalta o diretor.


Edição: Felipe Silveira
Foto: Cleber Gomes/Divulgação
Informações: Assessoria