Os imortais do Basquete Joinville: Buba

O Basquete Joinville fez uma bonita homenagem a seis atletas que fizeram história na modalidade na cidade. Porém, nem todos os torcedores conhecem os jogadores que têm banners com seus números imortalizados no teto do Centreventos Cau Hansen. Por isso, o Replay Joinville apresenta cada um deles em uma série de matérias. Esta é a segunda da série e conta a história do multiatleta Buba.

Buba acendendo a pira dos Jogos do Centenário de Joinville, em 1951 – Foto: Arquivo pessoal

Affonso Carlos Kielwagen, o Buba, foi um dos grandes nomes do basquete joinvilense nas décadas de 40 e 50. Aliás, não só do basquete. Multiatleta, Buba também disputava competições de vôlei e remo, esportes tradicionais na cidade naquele tempo. Atuou na forte equipe de basquete do Palmeiras na metade do século passado,  e fez parte da equipe do Atlântico de remo.

Buba começou no basquete muito cedo. Logo na infância começou a praticar o esporte no Guarani, clube tradicional que tinha sua sede na Liga da Sociedade. Foi um dos fundadores do Palmeiras e disputou algumas edições do JASC representando a cidade. Também integrou a seleção catarinense de basquete e em 1951 foi escolhido para acender a pira na cerimônia de abertura dos jogos do centenário de Joinville. Atuou como atleta do basquete até os 44 anos e depois tornou-se técnico do próprio Palmeiras, onde também integrava o time de vôlei.

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Em 2014 foi agraciado com a medalha de benemérito da Federação Catarinense de Basketball, junto com mais 19 personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do esporte no estado. A camisa 13 de Buba é uma das que estão imortalizadas pelo Joinville no Centreventos.

Com a camisa número 85, defendendo a seleção catarinense em competição nacional – Foto: Arquivo pessoal

Texto: Vitor Forcellini

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