Associação promove simpósio sobre doenças inflamatórias intestinais

O 1º Simpósio da Associação de Pessoas com Doenças Inflamatórias Intestinais de Santa Catarina vai ocorrer no próximo sábado (24). O evento tem como objetivo promover a conscientização da população sobre os efeitos das doenças na qualidade de vida dos pacientes e agilizar o diagnóstico. O encontro, das 13 às 17 horas, será no auditório do Centro Clínico do Hospital Dona Helena. A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas.

Para confirmar participação:
E-mail contato.diisantacatarina@gmail.com
Telefone: (47) 99652-3533

Harry Kleinubing Junior, médico coloproctologista do Hospital Dona Helena, explica que há dois tipos de Doenças Inflamatórias Intestinais (DII): retocolite ulcerativa e doença de Crohn. “A retocolite ulcerativa é caracterizada por inflamação difusa da mucosa do reto e cólon. Na doença de Crohn, os focos de inflamação podem afetar qualquer parte do aparelho digestório”, conta.

De acordo com ele, os sintomas das DII incluem diarreia, dor abdominal, sangue, pus e muco nas fezes, movimentos intestinais doloridos, perda de peso e febre: “Devemos ficar atentos ao diagnóstico precoce para controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e evitar complicações. As DII não têm cura, mas podem ser controladas através da mudança do estilo de vida e tratamentos médicos”.

De acordo com Leticia Manchenho Portilio, representante da associação que promove o encontro, são enfermidades crônicas pouco conhecidas e que precisam de tratamento permanente com alto custo, o que ressalta a importância do simpósio.

Encontros mensais

Para criar uma rede de apoio aos pacientes, a Associação de Pessoas com Doenças Inflamatórias Intestinais de Santa Catarina, em parceria com o médico Harry Kleinubing Junior e o Hospital Dona Helena, promove encontros mensais com profissionais da saúde, familiares e parceiros.

“Buscamos reconhecimento perante órgãos de saúde e a garantia dos direitos das pessoas com Doenças Inflamatórias Intestinais. Nossa missão também é informar sobre o acesso aos tratamentos e medicamentos”, aponta Letícia.

Edição: Felipe Silveira
Foto e informações: Assessoria de imprensa do Hospital Dona Helena