Chegou a hora de Pingo no comando do JEC

Como se estivesse se preparando para um dia assumir o comando do Joinville, Pingo sempre rondou o Tricolor. Passou por Juventus, Caxias, Brusque e Metropolitano. E quis o destino, somado à vontade do ex-jogador, que seu nome parecesse até natural para substituir Fabinho em um momento tão difícil do Joinville, no qual o clube se encontra na zona da degola da série C.

A missão de Pingo no comando tricolor é dura. O clube é o lanterna da série C, venceu apenas uma partida na competição e precisa de uma reação rápida para não ver a principal missão da temporada ficar ainda mais difícil.

Formado nas categorias de base do Joinville, Pingo esteve no elenco que conquistou o título Catarinense de 1987. Depois que saiu daqui, passou por grandes clubes, como Botafogo, Grêmio, Cruzeiro, Flamengo e Corinthians.

A carreira de Pingo como treinador começou em 2010, no Juventus, de Jaraguá do Sul. Depois ainda dirigiu o Caxias, de Joinville, Avaí, Metropolitano e Tombense. Mas foi no Brusque, em duas passagens, que o técnico viveu seus melhores momentos até aqui.

Depois de um bom trabalho em 2013, Pingo voltou ao Brusque neste ano para comandar a equipe do Vale do Itajaí no Estadual e na Série D. Além de Pingo, outro ídolo do JEC também retorna ao clube. O ex-zagueiro Bandoch, ícone da defesa tricolor na década de 1990, será o auxiliar técnico da equipe na Série C.

Texto: Alexandre Perger
Foto: Sidnei Batista/Metropolitano