“Uma carta para Ferdinand”, filme joinvilense, estreia dia 11 de novembro

“Uma carta para Ferdinand”, a comédia romântica joinvilense estrelada por Cristiana Oliveira, Clemente Viscaíno e Luiz “Ferrugem” Alves, estreia dia 11 de novembro, às 21 horas, no GNC Cinemas do Shopping Mueller Joinville, em evento para convidados. O filme será distribuído nacionalmente pela Pandora Filmes.

Na ficção, o francês Frederico Bruestlein (1835 a 1913), vivido por Clemente Viscaíno, é o homem de confiança do Príncipe de Joinville François Ferdinand, dono da Colônia Dona Francisca que pede para Bruestlein voltar nos dias atuais a Joinville e fazer um relato das condições em que se encontra a cidade e sua população.

Frederico conta com a ajuda do atrapalhado assistente camponês Tonico, interpretado por Ferrugem, marcando a volta do ator ao circuito audiovisual nacional. A dupla depara-se com situações inusitadas do passado – acontecimentos, obras e projetos – e o choque de modernidade vivido no presente. A turbulência de informações reacende os resquícios da memória de Bruestlein e relembra o amor platônico pela jovem Mella, interpretada por Cristiana de Oliveira.

“Uma Carta para Ferdinand” conta com o apoio do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) da Prefeitura de Joinville e investimento da OCOTEA Filmes. O roteiro e a direção são de Anderson Dresch e Fábio Cabral, que também assina a direção de fotografia. O longa-metragem joinvilense foi produzido por Anderson Dresch e Kleber Dresch.

O filme conta com a participação especial de Felp 22, vocalista do grupo carioca de rap Cacife Clandestino. As gravações de “Uma carta para Ferdinand” contaram com aparato técnico e qualidade de cinema digital, o mesmo utilizado em filmes de Hollywood. Assista o trailer do filme abaixo:


Sobre o elenco

Em 1989, Cristiana Oliveira ganhou o prêmio de atriz revelação da APCA pela interpretação do papel de Hannah, na novela “Kananga do Japão”, da TV Manchete. Ao longo da carreira representou personagens da teledramaturgia em séries e novelas como: “Pantanal” como Juma Marruá (TV Manchete), “De Corpo e Alma” com Tarcísio Meira, e papéis principais, inclusive vilãs, como Adriana (Salsa e Merengue) e Alcinha (O Clone). Outros destaques na TV foram “Animal” (GNT), “Salve Jorge”, “Insensato Coração” como Araci e “Paraíso” como Zuleika (os três na TV Globo). Sua estreia no teatro foi em 1993, com “Bate outra vez”. No cinema, atuou em “Nossa Senhora Aparecida de Caravaggio”, de Fábio Barreto, e o “Gatão de Meia Idade”, dirigido por Antônio Carlos da Fontoura.

Clemente Viscaíno ingressou no cinema em 1970, quando integrou o elenco do filme “A Herança”. Depois, atuou em diversas produções, entre elas, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, em 2001, e “Carandiru”, em 2003. Também encenou e produziu peças de teatro, com destaque para “O Príncipio e o Fim”, em 2007. Na Rede Globo, fez as novelas “Sinhazinha Flô”, em 1977; “Fera Ferida” e “Mulheres de Areia”, em 1993; “Quatro por Quatro”, em 1994; “Por Amor”, em 1997; “O Clone”, em 2005; “Caminhos das Índias”, em 2009. Em 2018, Clemente levou o Prêmio de Melhor Ator da “Mostra de Curtas-Metragens Gaúchos – Prêmio Assembleia Legislativa”, no 46º Festival de Cinema de Gramado, com o filme “Grito”, curta-metragem da Filmes de Junho.

Luiz “Ferruagem” Alves e Severo Cruz são outros destaques da narrativa. Ferrugem iniciou a carreira no programa Gente Inocente, na extinta TV Tupi. No cinema, fez “O Milagre”, 1979; “King Mong” (1977) e, diversas produções de “Os Trapalhões”, na década de 80. Tornou-se assistente do apresentador João Gordo, no programa “Piores clipes do mundo”, na MTV, em 2002. Atuou no longa “O Palhaço”, em 2011. Severo Cruz participou dos filmes: “O velho lobo do mar”, “A antropóloga”, “O Aquário de Antígona”, “Sorria, você está sendo filmado” e “Procuradas”.

Também integram o elenco Letícia Souza, Robson Rodrigues, Daniele Pamplona, Felicia Oliveira, Jesus Luhcas e João Daniel Zanella, atores regionais do estado.

Sobre os diretores

A direção e roteiro original são de Anderson Dresch, compartilhados com Fabio Cabral. O produtor e diretor também foi o responsável pelo roteiro e direção do Curta metragem “Vício” – vencedor do prêmio Shortcutz Internacional – e do curta “A Carteira”. Trabalhou na produção em “As Mortes de Lucana” e a direção de produção de “O Aquário de Antígona” – participante diversos festivais de cinema.

Fabio Cabral é diretor cinematográfico e de fotografia com 37 anos de atuação no mercado audiovisual brasileiro e do exterior. Além de inúmeros filmes comerciais, publicitários e curtas metragens, fez duas importantes atuações no Cinema Nacional: em 2001, no longa metragem “O dono do mar”; e em 2006, no filme “Bodas de Papel”. Fabio já foi premiado em festivais nacionais e por filmes publicitários no Festival Internacional de Cannes e no New York Advertsing Film Festival.


Edição: Fernando Costa
Foto e informações: Assessoria

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