Modelo de reciclagem de Jaraguá do Sul é apresentado a joinvilenses

Representantes de galpões de reciclagem, da Prefeitura e da Ambiental se reuniram nesta terça-feira (21) com técnicos do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Jaraguá do Sul, na sala da presidência da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ). Eles conheceram o processo de coleta de resíduos sólidos daquela cidade, que também reclama dos recicladores considerados clandestinos.

Jaraguá do Sul produz cerca de 600 toneladas de resíduos sólidos por mês, em média. São 600 gramas por dia para cada cidadão, segundo o Samae. Do total, 30% é reciclável (18% é plástico). Para incentivar a separação de lixo pela população, a Semae distribui semanalmente sacos verdes, sem custos para o usuário. A taxa de lixo da cidade começa em R$ 17,87 por mês, para residências.

A reciclagem é feita por dez cooperativas credenciadas. Mas existem 40 depósitos, muitos de fundo de quintal, e pelo menos 30 veículos não-credenciados ao sistema, operando como clandestinos, segundo os técnicos da Samae. Se os veículos forem pegos pela fiscalização, ficam sujeitos a multas que variam de R$ 700 até R$ 5,4 mil. A carga é apreendida.

Joinville enfrenta situação semelhante. Caminhões não autorizados recolhem os resíduos antes dos veículos da Ambiental, a prestadora do serviço paga pelos contribuintes de Joinville e também de Jaraguá. A ação deles, somada à pouca separação do lixo nas residências, diminuiu os estoques de materiais das cooperativas de reciclagem.


Edição: Felipe Silveira
Foto: Carlos Henrique Braga/CVJ
Informações: Divisão de Jornalismo CVJ

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