Sargento Lima coordena frente parlamentar de segurança pública e privada

Foi lançada, na última quarta-feira (10), a Frente Parlamentar de Segurança Pública e Privada. Sargento Lima (PSL), deputado estadual eleito pela região de Joinville, é o coordenador. Proteger legalmente as instituições de segurança pública e privada no estado, definir onde começa o trabalho de uma ou outra em eventos privados e atuar na aprovação da nova legislação de atuação da segurança privada são os objetivos da frente.

“Queremos identificar as reivindicações das duas categorias e atuar no fortalecimento deste setor tão importante para o desenvolvimento socioeconômico do Estado”, disse Lima no lançamento da frente.

Estiveram no lançamento o secretário estadual da Segurança Pública, coronel Araújo Gomes; o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar, Edupércio Pratts; o presidente das Empresas de Segurança Privada (Sindesp SC), Dilmo Wanderley Berger; o diretor-geral do Instituto Geral de Perícias(IGP), Giovani Eduardo Adriano; e a delegada regional de Joinville, Tânia Harada, entre outras lideranças.

Sargento Lima salientou que um dos assuntos que deverá chamar atenção da população será a questão do uso da segurança pública ou privada em eventos como as festas de outubro, partidas de futebol e shows, entre outros. Na avaliação dele, esses eventos devem contar com a segurança privada, já que o papel da Polícia Militar é dar segurança externa, a menos que ocorra algo que ponha em risco a integridade das pessoas. “Em eventos que aferem lucro, a segurança tem que ser privada. Queremos dar um norte a todas as instituições com essa frente.”

O secretário coronel Araújo Gomes falou da inovação da frente por contar com a presença de representantes do setor privado: “É impossível pensar na proteção social, ignorando o exército da segurança privada.”

A delegada Tânia Harada solicitou que um dos assuntos que devem ser debatidos na frente é em relação às audiências de custódia. Segundo ela, atualmente quando um preso é apresentado ao juiz, independente do que ele fez, nestas audiências o policial não pode se defender de sua atuação na prisão. Para ela, o policial também deveria ser ouvido.

Participam também da frente parlamentar os deputados Mauricio Eskudlark (PR), Marlene Fengler (PSD), Felipe Estevão (PSL), Jessé Lopes (PSL), Ricardo Alba (PSL), Fernando Krelling (MDB), Marcius Machado (PR), Ana Campagnolo (PSL), Jerry Comper (MDB), Coronel Mocellin (PSL), Fabiano da Luz (PT) e Laércio Schuster (PSB).

Edição: Felipe Silveira
Foto: Fabio Queiroz/Agência Alesc
Informações: Agência Alesc

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