Univille recebe mesa-redonda sobre história e cultura cigana/romani

O Grupo de Estudos Interdisciplinares de Patrimônio Cultural (Geipac), da Univille, promove nesta quarta-feira (3) uma conversa sobre os 48 anos do Dia Internacional Cigano/Romani, celebrado no próximo dia 8. O evento será no anfiteatro da Biblioteca Universitária, às 19 horas.

Participam da conversa o doutor Douglas Neander Sambati e a doutora Andreea Racles, especialistas internacionais. A mediação será feita pela professora Sandra Guedes, da Univille.

Sambati é formado em História pela Univille e concluiu recentemente o doutorado na Universidade Carolina em Praga, na República Tcheca. Atualmente ele mora em Giessen, na Alemanha, e está passando alguns dias no Brasil. Racles é uma antropóloga romena que estuda o tema há muitos anos, com farta produção acadêmica. Atualmente faz pós-doutorado no Instituto de Sociologia da Universidade de Giessen.

Em entrevista no ano passado ao jornal O Mirante, que ainda não foi ao ar, Sambati falou à reportagem sobre a origem preconceituosa do termo “cigano”, que vem do grego antigo “atsingani”, palavra que significa intocável ou que não se deve tocar. Por isso a matéria usa os termos sugeridos, “cigano/rom” e “cigano/romani”, mesmo que cause estranheza para quem nunca ouviu ou leu. Afinal, é assim que se aprende coisas novas.

Para entender a questão com mais profundidade e obter novos conhecimentos, a mesa-redonda desta noite é uma oportunidade que se apresenta.

Texto: Felipe Silveira
Foto: 1º Congresso Mundial Romani, em 1971. Registro de Eva Davidová

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