JEC segura Marcílio Dias e empata o sexto jogo no Catarinense

A sina sem vitória no Catarinense continua para o JEC. Neste domingo (10), para mais de 5.600 torcedores no Estádio Hercílio Luz em Itajaí, o Coelho ficou no 1 a 1 com Marcílio Dias. A partida foi a que fechou a sétima rodada do Estadual. Juninho Tardelli fez para o Marinheiro, que começou com tudo o jogo. Já o JEC chegou ao empate com Nathan Cachorrao, após belo passe de Hugo Almeida.

Com o resultado, o JEC segue na oitava posição, agora com seis pontos. Na próxima rodada, que é a oitava e será disputada no próximo final de semana, o Joinville pega o Criciúma.

A partida começou com pressão dos donos da casa. E logo nos minutos iniciais, veio a primeira bola na rede. Anderson Ligeiro, nas costas de João Ananias, escapou pela direita e tocou para Juninho Tardellli. O meia do Marcílio entrou na área e chutou cara a cara com Jefferson, que não pode fazer nada: 1 a 0 Marcílio.

Empurrado pelo torcedor, o Marinheiro dava a impressão de poder ter uma vitória tranquila, se aproveitando também da instabilidade do JEC. Mas o time de Zé Teodoro conseguiu se assentar em campo e trocar mais passes, principalmente com Robert – que ganhou vaga de Clécio no meio-campo.

Após tabela de Robert com Hugo Almeida, o camisa 9 deixou Nathan Cachorrão na cara do gol. O melhor atacante do JEC neste início de ano não desperdiçou: tocou no canto, deixando tudo igual: 1 a1. Logo depois do empate, foi a vez de o Tricolor ser melhor em campo. E, por muito pouco, não veio a virada. Após contra-ataque de Cachorrão acionou Caxito, que entrou na área e bateu cruzado, perdendo boa chance para o Coelho.

Confusão no intervalo

No intervalo de jogo, a Polícia Militar acabou jogando spray de pimenta na torcida do JEC. O relato de quem acompanhou a ação é de que não havia necessidade, até porque não tinha qualquer indício de que pudesse haver confusão.

Como o vestiário do estádio em Itajaí é embaixo da arquibancada do visitante, o spray acabou atrapalhando a respiração dentro do ambiente. Com isso, jogadores e comissão técnica fizeram o intervalo do lado de fora, com alguns atletas tossindo e sentindo os efeitos do gás. Na súmula, o árbitro relatou que a PM negou ter encontrado vestígio de gás no vestiário, o que não confere com a situação observada pela reportagem.

Marcílio melhor fisicamente

Também no intervalo, Leandro Bulhões, que sentiu a sequência de jogos, foi substituído por Vitor Bafana. O segundo tempo teve superioridade principalmente física do Marcílio, que diferente do Joinville, descansou no meio da semana. Baianinho ainda entrou no lugar de Caxito e acabou sendo expulso após chegada no lateral Paulinho, já nos minutos finais.

Texto: Yan Pedro
Foto: Julio Cesar/JEC

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