Região Norte de SC é a que mais certificou exportações em 2018

Empresas de Joinville e região aumentaram o número de exportações em 2018 em comparação ao ano anterior. A afirmação tem base nos números de emissão do certificado de origem (documento exigido no processo de exportação com o qual as empresas importadoras são beneficiadas com redução ou isenção total do imposto de importação). O documento é emitido pela Associação Empresarial de Joinville (Acij).

Em 2018, foram autorizados 5.385 documentos na associação, 772 negócios a mais do que em 2017, ano em que foram registrados 4.613 processos de venda. As perspectivas de crescimento para 2019, de acordo com a entidade empresarial, são ainda melhores. Somente nos sete primeiros dias deste ano são 50 novos processos de exportação autorizados.

Santa Catarina possui 13 entidades empresariais autorizadas e regulamentadas para emitir o documento de exportações, sendo que Joinville é o maior emissor. Os negócios gerados são entre os países pertencentes ao Mercado Comum do Sul (Mercosul) e Associação Latino Americana de Integração (Aladi). Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Chile e Bolívia são, respectivamente, as nações que mais têm adquiridos produtos da região.

Para o presidente da Acij, João Martinelli, a economia tem reagido bem, os números de exportações dos primeiros dias deste ano comprovam. “Países com acordo de complementação econômica com o Brasil obtém isenção tributária nas importações, no entanto, temos produtos da nossa cidade e municípios da região sendo vendidos, sem isenção, para Índia, Israel, Egito, Guiana Francesa, Emirados Árabes, Turquia,Austrália, China e Singapura”, comentou.

Entre os segmentos mais exportados, autorizados na Acij, figuram máquinas, peças de eletrodomésticos, de aviões e de embarcações náuticas. Em segundo lugar os têxteis, a seda, tecidos e os produtos finais de cama, mesa e banho. Depois, figuram as vendas de químicos e em quarto lugar os siderúrgicos, como ferro fundido e o aço. A logística
dos produtos tem sido feita por meio ferroviário, portuário e aéreo.

Edição: Felipe Silveira
Foto: Cleber Gomes/Acij
Informações: Acij

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