Professoras da UniSociesc ganham prêmio por pesquisas com nanotecnologia

Duas professoras da UniSociesc, Marcia Duarte e Gabriela Kozuchovski Ferreira, foram premiadas no VI Sinapse de Inovação. Cada uma recebeu R$ 60 mil para desenvolver suas pesquisas na área de nanotecnologia. A entrega ocorreu na última quarta-feira (7), durante o Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O encontro ocorreu na sede da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), em Florianópolis.

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catatina  (Fapesc) premiou 100 projetos do estado. O objetivo do prêmio Sinapse da Inovação é transformar e aplicar as boas ideias geradas por estudantes, pesquisadores, professores e profissionais dos diferentes setores do conhecimento e econômicos em negócios de sucesso.

Doutora em Engenharia Mecânica, Marcia Duarte desenvolve pesquisa de ponta na área dos biomateriais. Ela foi premiada por sua pesquisa sobre o uso de eletrofiação com foco na engenharia de tecido utilizando nanotecnologia. O projeto conta com a participação do aluno Bruno Martimiano Rodrigues e do mestre Daniel Kohls, ambos da Engenharia Mecânica da UniSociesc.

“É um equipamento todo automático para controle das mantas eletrofiadas utilizadas na área biomédica, para crescimento de pele artificial e em doenças periodontais (que atacam a gengiva)”, comentou a professora.

A professora Gabriela Ferreira, pós-doutora em Farmacologia e Engenharia de Materiais, dá aulas nos cursos da área da Saúde (Biomedicina, Enfermagem, Nutrição e Educação Física) da UniSociesc. Ela foi premiada por seu projeto baseado na aplicação de nanopartículas de ouro no tratamento de diversas doenças, sobretudo a psoríase.

“O ouro tem diversas propriedades farmacêuticas, é anti-inflamatório, antioxidante e rejuvenescedor. Meu estudo contempla a aplicação dessas nanopartículas de ouro em doenças inflamatórias, principalmente em doenças de pele. E o ouro também não tem a toxicidade que os remédios costumeiramente usados nesse tipo de tratamento”, explica a professora.

Edição: Felipe Silveira
Foto e informações: UniSociesc

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