Veja o que os políticos de Joinville disseram, nas redes sociais, sobre o escândalo nacional

Desde que estourou o mais novo escândalo da república brasileira, no início da noite de quarta-feira (17), as redes sociais estão em velocidade máxima. Seja na produção de memes, na análise política, nos comentários incrédulos ou nas acusações ideológicas, todos querem opinar. Em Joinville, alguns políticos se manifestaram nas redes sociais.

Candidato à Prefeitura no ano passado, Rodrigo Bornholdt (PDT) tem se posicionado contra as reformas do governo e participou da Greve Geral do dia 28 de abril (foto). Ele defendeu eleições diretas em sua página no Facebook:

“Temer já entrou no governo sob suspeita. Continua com oito ministros implicados na Lava Jato. É verdade que a economia parece, muito timidamente, começar a se recuperar. Mas isso é mais efeito da ausência de medidas que desestimulem os agentes econômicos do que da atuação de um governo fraco e ilegítimo. A concordância de Temer com pagamentos a Eduardo Cunha revela a perda de toda possibilidade de continuar governando. A Constituição prevê eleições indiretas. Mas um Congresso desmoralizado tampouco tem condições de eleger um novo presidente. A saída é a aprovação de uma emenda constitucional com a convocação de eleições diretas, a fim de que o novo presidente tenha respaldo popular para governar! Na crise, precisamos de mais democracia. Como diz a Constituição, ‘todo poder emana do povo, e em seu nome deve ser exercido’.”

Outro ex-candidato ao Executivo, Ivan Rocha (PSOL), também destacou em suas redes sociais que esta delação foi feita com provas, ao contrário de delações anteriores sem base documental.

O vereador Rodrigo Coelho (PSB), que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e participou de diversas manifestações de direita, compartilhou uma chamada do movimento Vem Pra Rua para uma manifestação no dia 21 de maio. O parlamentar usou as hashtag #ForaTemer e #DiretasJá.

O jornal O Mirante ainda não conseguiu verificar as manifestações de todos os políticos joinvilenses, mas a maior parte dos parlamentares ainda não havia se manifestado durante a quinta-feira.

Texto: Felipe Silveira

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